quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Nò de Tchumene condiciona prazos da Circular

A construção do Nó de Tchumene no projecto da circular de Maputo pode atrasar a entrega das obras da circular de Maputo, em causa esta, a colisão de interesses entre a TRAC e a Maputo Sul. Entretanto a Maputo sul ainda não encontrou o empreiteiro para a construção da mas de mil casas para população afectada pelo projecto da Ponte Matupo Katembe embora já terem iniciado as obras de construção da ponte.

 Elísio Muchanga 

Numa altura em que as receitas da TRAC aparentam estar a aumentar devido ao fluxo do tráfico nas estradas a si concessionadas e sob sua gestão, a Maputo Sul esta a ver os prazos da entrega da circular prevista para Dezembro deste ano comprometidas devido ao nível de negocias com a TRAC.

 É que com a construção da circular que devera levar ao longo dos cerca de 74 km de estradas cinco portagens os níveis de rendimento da estrada concessionada a TRAC isto é a N4 que por sinal esta a alargar as faixas de rodagens ira inevitavelmente reduzir drasticamente.

 Segundo Paulo Fumane que sábado ultimo visitou junto com o Ministro das obras publicas e Habitação Carlos Bonete a circular de Maputo e tendo escalado aquele ponto o “Nó de tchumene”,

que é  por sinal, o único em todas as secções que, ainda não iniciaram as obras de construção  com 0 porcento de nível de execução contra 70 porcento dos outros pontos, as obras irão iniciar em Dezembro próximo período previsto para a entrega da circular.

 De acordo com Fumane há uma necessidade de se chegar a um entendimento com a TRAC no Nó de Tchumene na N4, secção, onde a estrada esta concessionada a TRAC. Entretanto já foi submetido um projecto detalhado de engenheira a ANE e há trabalhos preparatórios em curso para construção das estacas de fundação, sabe-se porem que a construção do Nó de Tchumene esta ser reprogramado para finais de 2015 o que vai colidir com os prazos de entrega da circular prevista para dezembro.

A TRAC exige que se faça uma contagem do tráfego que vai fluir para a circular que vem da região da Ressano Garcia, podendo este ser o tráfico que ira sentenciar a redução das receitas na N4 a favor da circular de Maputo que terá suas portagens sob gestão do Maputo Sul. 

Namashulua pede vigilância aos líderes comunitários



 A ministra da administração estatal Carmelita Namashulua, apelou esta sexta feira aos líderes comunitários vigilância e denúncia de movimentos estranhos que possam ocorrer nas suas localidades de jurisdição.
Namashulua fez este apelo, num encontro havido com líderes comunitários de vários distritos do país no distrito de Bilene na província de Gaza. 
“ Devem estar atentos aos movimentos estranhos e reportar as autoridades” disse Namashulua, acrescentando que “A vigilância deve ser permanente porque a paz é importante e ela só é possível quando estamos vigilantes e unidos só assim podemos manter a paz e desenvolver o país ”

 O apelo da governante, acontece numa altura em que, o país vive um clima de guerra com a ocorrência de ataques e confrontações esporádicas entre as forças governamentais, e homens armados da Renamo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015


Tal como Dhlakama prometeu

 Renamo activa quartel de Morrumbala

O porta-voz do segundo maior partido com assento parlamentar na Assembleia da República, António Muchanga, anunciou semana finda, em Maputo, a montagem e reactivação do quartel-general de Morrumbala, na província da Zambézia. A montagem do quartel-general acontece numa altura em que o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, anunciou a interrupção do diálogo político e a sua indisponibilidade em se encontrar com o Presidente da República, Filipe Nyusi, com a agenda de discutir a Paz.

Elísio Muchanga

Numa altura em que o país vive um momento político conturbado, com o diálogo político do Centro de Conferências Joaquim Chissano encalhado, e unilateralmente interrompido pela Renamo, aquele partido político anunciou a reactivação do quartel de Morrumbala, numa clara medição de força com as autoridades governamentais que defendem a existência duma única força.   

A criação do quartel de Morrumbala que, segundo António Muchanga, já está activo é fruto duma decisão tomada por ex-guerrilheiros durante a Conferência Nacional do partido, realizada há dias na cidade de Quelimane.

 

Segundo Muchanga, a decisão de montagem do quartel-general em Morrumbala não é do presidente Dhlakama, mas dos próprios veteranos da luta pela democracia e o líder da perdiz apenas consentiu a decisão como forma de evitar que houvesse cisão no seio do partido, o que seria muito perigoso para a democracia que se pretende consolidar, tendo em conta que qualquer combatente poderia tomar decisão pessoal e pegar em arma sem um comando seguro.

 
Ainda de acordo com Muchanga, o presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, esteve recentemente no local e próximo do mesmo chegaram duas viaturas da Unidade de Intervenção Rápida, alegando terem sido mandados pelo comandante provincial da Zambézia para reforçar a escolta do líder da Renamo, porém, foram dispensados porque o líder da Renamo se sente seguro sem eles, tendo em conta que o abandonaram em Tete, mesmo quando as negociações decorriam.

Recorde-se que o anúncio da criação do quartel-general ocorreu depois do fracasso de vários acordos assinados entre a Renamo e o Governo dirigido pela Frelimo.

Em discurso ao público presente, Afonso Dhlakama lembrou que o acordo de cessação das hostilidades, assinado em Setembro do ano passado permite a criação do quartel.
“O conteúdo daquele acordo falava da entrada dos comandos da Renamo no seio da Polícia e também nos lugares-chave no seio das Forças Armadas”, declarou Dhlakama.

Além de enviar guerrilheiros para o quartel, Dhlakama disse na ocasião que vai recrutar mais jovens para receberem formação e servir ao Exército e à Polícia. “Decidimos criar nossas Forças Armadas, constituídas por aqueles que lutaram pela democracia”, afirmou.

 “Simboliza tomada de posição”

 -Lourenço do Rosário

O académico e observador do diálogo político no Centro de Conferências Joaquim Chissano, Lourenço do Rosário, é da opinião de que temos que ver a simbologia do anúncio do quartel-general no espaço do conflito. Para o académico, o quartel-general simboliza a tomada de posição turbulenta, porque “quando vimos polícia e soldado isto não é um bom sinal, mas pode ser símbolo para forçar a flexibilidade por parte do Governo para um outro modelo político”, salientou.

 O académico frisou que há pouca vontade de se fazer guerra no país, mas sim forçar um novo modelo de diálogo, pois o modelo de diálogo do Centro de Conferências Joaquim Chissano está esgotado pelas razões conhecidas.

Do Rosário enfatizou que é preciso ler o que os dirigentes dizem, pois “Dhlakama disse num dos seus comícios aos seus homens que se quiserem fazer a guerra não contem com ele; para mim este quartel-general simboliza uma preparação para guerra mas também pode ser que seja uma forma de forçar o diálogo numa posição de força”.  

 “É resultado de intolerância”

-Raul Domingos

Para o político e antigo negociador do Acordo Geral de Paz, Raul Domingos, a activação do quartel-general da Renamo, em Morrumbala, é resultado de intolerância e falta de vontade política de se resolver as diferenças.

 Para Domingos, o resultado disto parte da arrogância na Assembleia da República que rejeitou o projecto de lei da descentralização da administração pública em resposta da vontade expressa pelo povo nas urnas.

“É preciso perceber que sistematicamente a população tem emitido sinais da sua escolha política e é preciso que os políticos saibam dar respostas a esses sinais emitidos pelo povo, respeitar as vontades do povo tal como o fez o povo das zonas que a Renamo hoje reivindica”, explicou o antigo negociador-chefe do Acordo Geral de Paz de Roma.

Para Raul Domingos, não está nada perdido, embora isto evidencie um sinal de regresso a guerra, mas isso só poderá vir a acontecer apenas quando persistir a intolerância, pois acredita que ninguém está disposto a voltar a um conflito armado. 

 “A Renamo está contra a vontade do povo moçambicano”

- Damião José

 Para o porta-voz da Frelimo, partido no Governo, Damião José, o anúncio da montagem do quartel-general de Morrumbala pela Renamo mostra que ela cumpre agendas contrárias às do povo moçambicano.

Segundo o porta-voz da Frelimo, se a Renamo se desenrola em esforços para activação dos seus homens e municiá-los, tal como ela defende a instalação de quartéis, a perdiz está com isso a mostrar claramente que estão contra a vontade do povo moçambicano.

“E isso nos faz questionar o que a Renamo como partido político quer, porque a existência dos partidos é para trabalhar para o bem dos moçambicanos. Portanto, se a Renamo se esforça em trabalhar contra o bem do povo moçambicano já não percebemos o que a Renamo quer”, contestou.

O porta-voz e deputado da Frelimo referiu que a Renamo cumpre agendas que não têm nada a ver com a vontade dos moçambicanos mas com a vontade dos patrões, interessados em criar um ambiente de desestabilização, pois ela tem sido incoerente consigo mesmo.

Damião José apela a todos os moçambicanos a lutar sem medir esforços para desencorajar a todos aqueles que tudo fazem para pôr em causa a paz, neste momento concreto a Renamo e o seu líder Afonso Dhlakama, porque os moçambicanos são um povo de paz, humilde, que quer continuar a construir a paz e a desenvolver o país.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

                                      Crise de transportes em Maputo ate quando os My love

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Shoprite abre loja em Tete, Moçambique
 

O maior retalhista de bens alimentares africano, a Shoprite, irá abrir uma nova loja na cidade de Tete, em Moçambique
 
 O maior retalhista de bens alimentares africano, a Shoprite, irá abrir uma nova loja na cidade de Tete, em Moçambique, no final deste ano. A empresa promotora imobiliária, a Terrace Africa confirmou a Shoprite como arrendatária de uma loja âncora e indicou que o novo centro comercial também apresentará muitos outros retalhistas bem conhecidos. 
 
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Tete, com uma população estimada de mais de 250.000 habitantes, espera receber um aumento económico ainda em finais deste ano, quando o novo corredor ferroviário para Nacala for oficialmente inaugurado.  Para além disso, uma nova central elétrica a carvão encontra-se numa fase de planeamento muito avançada.   Tete está posicionada estrategicamente entre a Zâmbia, Zimbabué e o Malawi, tornando-a num centro de transportes e logística.
 
"Estamos muito entusiasmados por levar esta experiência comercial a Tete. O projeto já proporcionou emprego para a comunidade local e estamos confiantes de que encorajará mais investimento na cidade", mencionou Sean Oberholzer, Gestor de Desenvolvimento da Terrace Africa.
 
A nova loja Shoprite apresentará uma gama completa de produtos de mercearia e produtos frescos, bem como padaria, zona de refrigerados, talho e bebidas alcoólicas.  O empreendimento também incluirá moda, mobiliário e serviços bancários.
 
Constando dos seus planos de investimento futuro, o Sr. Oberholzer afirma: "A estratégia da Terrace Africa é construir centros comerciais de revenda tipo lojas de conveniência em Moçambique, Zimbabué e Zâmbia.  Centramo-nos em pequenas cidades onde somos capazes de fazer a diferença para as comunidades e trazer novos conceitos e produtos para o mercado. Estamos entusiasmados sobre as oportunidades que existem em Moçambique, uma vez que se adequam ao nosso perfil de investimento".
 

terça-feira, 16 de junho de 2015


BID concede 200 milhões de USD a Moçambique

 
Vinte milhões de dólares são quanto o Banco Islâmico de Desenvolvimento (BID) concedeu a Moçambique para serem investidos na construção da Linha de Transporte de Energia Eléctrica Chimuara-Nacala. Entretanto, o Chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, afirmou ser fundamental o estreitamento de relações com o BID, tendo manifestado o interesse de ver instalada uma representação do BID em Moçambique e a implantação das suas Finanças no país.

Elísio Muchanga

À margem da 40ª Reunião do BID em Maputo, e numa altura em que a região Centro e Norte do país experimentam um défice no fornecimento de energia eléctrica, o Banco Islâmico de Desenvolvimento facilitou o crédito a Moçambique de 200 milhões de dólares norte-americanos, destinados a financiar o Projecto da Linha de Transporte de Energia Eléctrica Chimuara-Nacala.

O valor em forma de empréstimo concedido a Moçambique foi outorgado pelo Presidente do BID, Ahmed Mohamed Ali, e por Adriano Maleiane, ministro da Economia e Finanças, à margem da 40ª Reunião daquela instituição financeira islâmica, que decorreu semana finda em Maputo.

O projecto para o qual o valor foi concedido, em forma de crédito, está orçado em 600 milhões de dólares e o mesmo deverá ser implementado pela Electricidade de Moçambique, EP (EDM), e neste prevê-se a criação de uma segunda linha de transporte de energia que vai permitir o reforço do fornecimento de energia às regiões Centro e Norte do País, com particular destaque para a Zona Económica Especial de Nacala, onde estão em curso variados empreendimentos que necessitam de energia eléctrica.

 BID pretende incrementar investimentos em Moçambique

 Desde 1995, quando Moçambique aderiu ao BID, o valor dos investimentos situa-se até agora em cerca de 300 milhões de dólares norte-americanos. Actualmente estão em curso 22 projectos, avaliados em 160 milhões de dólares.

Segundo Ahmed Mohamed Ali, Presidente do BID, o investimento do Banco situa-se em 300 milhões de dólares. Falando à imprensa, o Presidente do BID afirmou não estar satisfeito com este volume de investimento.

 “Nós não estamos satisfeitos com esta cifra, gostaríamos de incrementar as nossas operações em Moçambique, trabalhando com o sector privado e mesmo com instituições públicas para podermos incrementar o volume dos meios financeiros que atribuímos ao país, bem como aumentar as nossas actividades”, frisou.

 Criado em Dezembro de 1973, o BID é uma instituição financeira internacional sedeada em Jeddah, Reino da Arábia Saudita, com a missão de estimular o desenvolvimento económico e o progresso social dos Estados membros.

 Nyusi quer ver aprofundadas relações com BID

 Dirigindo-se a mais de 700 delegados representando mais de 56 países na 40ª Reunião do Banco Islâmico de Desenvolvimento, o Presidente da República, Filipe Nyusi, afirmou que para a materialização dos objectivos estratégicos do Governo, de aumento do emprego, da produtividade e da competitividade, gerando riqueza e desenvolvimento inclusivo, é fundamental o aprofundamento da cooperação do Governo com o Grupo Banco Islâmico de Desenvolvimento.

 O Chefe de Estado referiu que para a materialização e a subsequente implementação adequada das prioridades estratégicas do Programa Quinquenal do Governo vai exigir um volume de investimento cada vez mais elevado, sendo fundamental, a par do uso de recursos internos, a contribuição dos parceiros de cooperação.

“Com efeito, o Banco Islâmico de Desenvolvimento, com activos de cerca de 778 mil milhões de dólares em 2014, já contagiou diversos países em África a utilizar produtos específicos, incluindo janelas de finanças islâmicas nos bancos que operam em diversos países”, frisou o Chefe de Estado, afirmando ainda que a oportunidade para Moçambique reside na parceria do BID com os bancos locais, conhecedores do país e com rede de retalho bastante extensa, desde que experiências na óptica de regulamentação para estar em conformidade com o SHARIA sejam observadas e os serviços devidamente divulgados.
“O facto do Banco Islâmico de Desenvolvimento, através do seu braço privado, financiar operações com base em activos reais afigura-se apropriado para a solução da falta de colaterais das nossas Pequenas e Médias Empresas”, salientou.

“É nosso desejo que, a médio prazo, a presença do Banco Islâmico de Desenvolvimento também se sinta ao nível do nosso sistema financeiro, de forma a contribuir para a manutenção da estabilidade do sector financeiro, aumentar o acesso aos serviços e produtos financeiros e constituir alternativa para a oferta de capital para apoiar o desenvolvimento do nosso sector privado”.

Nuysi manifestou na ocasião o interesse de ver instalada no país uma representação do Banco Islâmico de Desenvolvimento. “A instalação de uma representação do Banco Islâmico de Desenvolvimento e a implantação das suas Finanças no nosso País serão de capital importância para a materialização de parte desses objectivos”. 

 

Em Cabo Delgado
Directora garante haver  Stock de medicamentos
 
Província regista crescimento significativo na área de saúde

A direcção provincial de saúde de Cabo Delgado garante ter stock de medicamento para os próximos três meses. Esta garantia foi dada pela directora provincial da saúde Sauzinha Paulo Agostinho que assegurou que alem de estar confortável em Stock de medicamento a província vem registando melhorias significativas na área de saúde com maior enfoque na expansão da rede sanitária.
Elísio Muchanga

 Numa altura em que parte da província foi assolada por um surto já controlado de doenças diarreicas a direcção máxima da saúde ao nível da província de Cabo Delgado assegurou que esta garantido o stock de medicamentos para os próximos tempos.
Segundo deu a conhecer a Directora provincial da Saude Sauzinha Paulo Agostinho, a expansão da rede sanitária, melhoria na prestação de serviços, a alocação de profissionais de saúde a todos distritos, formação de técnicos de saúde, alocação de meios circulantes em todos centros e postos de saúde do distrito, bem como a existência regular de medicamentos em stock nas unidades sanitárias e nos armazéns províncias são uns dos aspectos que levam a concluir que o sector de saúde da província esta a registar melhorias significativas nos últimos tempos.

De acordo com a directora provincial da saúde Sauzinha os indicadores satisfatórios registados em 2014 no sector da saúde ao nível da província de cabo delgado assinalam para grandes avanços na área de saúde e os mesmos mostram que houve um aumento de recursos humanos do corpo médico e outros técnicos da área.
De acordo com a directora provincial, este aumento não só deveu-se a colocação do pessoal através do ministério na província mas também pela existência de dois centros de saúde que faz formação local dos quadros.

 “Temos estado a incentivar cursos locais ate o nível médio e os que não temos capacidade de formar na província solicitamos outros institutos para formação veja que recentemente graduamos técnicos de farmácia em parceria com Nampula. E outros quadros como enfermeira de saúde materna infantil técnica de medicina geral técnico de medicina preventiva formamos aqui” frisou.
Sauzinha acrescentou que nos cursos locais quando os profissionais graduam ficam enquadrados para servir os diversos distritos da província a título de exemplo só no ano passado foram graduados cerca de 166 profissionais e todos foram colocados na província em várias categorias.
Outrossim foram aumentada a expansão da rede sanitária ao nível da província através da construção reabilitadas de centros e postos de saúde sendo que três delas já entraram em funcionamento facto que permitiu o aumento da cobertura de partos institucionais que só em 2014 fechamos com 76 porcento, esta expansão permitiu também aumentar para 88 porcento a taxa de cobertura de crianças que completam a vacina.

Na área de assistência médica desde o ano passado a província conta com 7 unidade de saúde com blocos operatórios incluindo alguns centros de saúde como é o caso de isto Palma, Namitoro. Todos os 7 centros de saúde têm o aparelho de Raio X o que de certo modo ajuda na prestação dos serviços ao paciente.
A directora provincial de Saude garantiu igualmente haver médicos em todos distritos, isto é, cerca de 7 distritos tem mais de dois médicos, ambulâncias e especialistas para alguns distritos como é o caso de distrito de Chiúre, facto que, reduz a pressão que o hospital provincial recebe porque já há condições para as pessoas serem tratadas nos hospitais periférico.

Assegurados mais postos de saúde para população
Em termos de expansão sanitária a direcção provincial de saúde de Cabo Delgado na voz da sua directora provincial garantiu estar a concluir a construção de 6 postos de saúdes que serão entregues a população dentro de dois meses. Ainda neste âmbito esta previsto a construção de mais 8 centros de saúde bem como a reabilitação e ampliação de dois grandes hospitais da província nomeadamente Mutepuez e Mocimboa da praia. 
No que tange a meios circulantes a directora provincial fez saber que nos distritos da província há pelo menos uma ambulância e uma viatura dupla cabine, alem destas, foram recentemente alocadas viaturas de caixa aberta para ajudar na distribuição de medicamento.

Sctok garantido
Numa altura em que a província esta a sair para uma situação controlada do surto de doenças diarreicas facto que poderá ter influenciado na redução dos medicamentos dado o seu uso para estancar as diarreias e outras doenças oportunistas, a directora provincial de Saúde fez saber que a província ainda esta confortável em termos de stock de medicamentos.
“ Felizmente começamos a receber muito medicamento a partir do ano passado e neste momento possa assegurar vos que estamos muito confortáveis na província porque temos stocks para dois meses e estamos a preparar a requisição para o atendimento trimestral”assegurou

 A directora provincial explica que quando chega a “época chuvosa” são alocados medicamento com antecedência para pelo menos, ate o fim da época chuvosa, assim em Novembro foram colocados medicamento nos Centros de Saúde periféricos onde sabe-se que em algum momento tem havido problemas de transitabilidade devido a chuva.
“ano passado pela pressão tivemos que alugar outro armazém para medicamentos porque só funcionávamos com um, temos um armazém na cidade baixa e outro aqui” frisou .
Esta esclareceu ainda que durante o processo da distribuição do medicamento tem se começados sempre pelas zonas mais distante e depois as zonas mas próximas e este processo é feito com auxílio de dois camiões e dos Agentes polivalentes que ajudam na distribuição, portanto actualmente todos distritos receberam medicamentos.
“Do stock que temos, estamos a mandar agora a requisição trimestral, mas temos o stock, e estamos a fazer a reposição isso significa que nos, requisitamos para três meses mas, o distrito requisita para dois meses isto é um de consumo e outro de stock” rematou.