segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Experiencia de competir no "Africa Story Challenge"




Na Africa Story challenge

Experiências  de uma competicão internacional

Quando me escri para  participar da competição African  story Challenge uma competição internacional que visa o fortalecimento da midia africana que este ano iniciou sobre o   sobre o lema, Desease: Prevention and treatment,  aposto que não tinha a menor ideia da dimensão que isto significava, julguei que fosse como uma outra competição  de tantas que já participei.

Mas quando fui  selecionado  e chamado para participar de uma pequena formação em Lagos capital da Nigeria a competição ganhou uma outra dimensão para mim, sobretudo quando vi o background dos formadores  da BBC, Aljazira e seus anos de experiência como jornalistas em diversas plataformas de midia.

Os cinco dias de formação intensa, foram bastantes uteis para mim pois foram suficientes para absorver conheceminentos sobre data Jornalism, uma ferramenta jornalistica menos usada na midia africana.

 A visita ao bairro de Makoko trouxe em mim uma nova visão daquilo que eu tinha sobre a Nigeria, e mais do que isso foram as amizades que lá consegui estabelecer com jornalistas de vàrios países africanos outros a trabalha para midia Norte Americana.

Alias o workshop na Nigeria foi uma oportunidade soberba para conhecer e  troucar imprensão, com alguns fornalistas espalhados pela África, facto que  dà maior dimensão ao programa de fortalecimento da Midia levado acabo pela AMI (African Media Iniciative). 

  Emocionantes experiências no terreno

 De volta a Maputo  depois de cinco dias em Lagos,chegou a vez de me deslocar ao terreno local onde ia colher informação para a minha Història da competição.

Momentos antes de me deslocar a Namaacha fui ao posto fronteiriço de Ressano Garcia onde tive entrevistas com algumas pessoas infectadas por HIV, bom foram històrias emocionantes de sobrevivência e luta pela vida e dignidade que algun dia por razões de estigma e descriminação foram perdendo aquelas pessoas.

 A 13 de fereveiro, as cinco da manhã viajo junto com o meu fotogràfo ao loginguo distrito fronteiriço de Ressano Garcia no sul da Provincia de Maputo,  a busca de mais informação para enriquecer a minha història sobre “ doença, Prevenção e tratamento”.

 Uma viagem que so foi efeituada apois todas as fontes concordarem em nos receber, facto que ao chegarmos no terreno mostrou-se diferente, pois o fixer não teve o cuidado suficiente de verificar  se as fontes estavam realmente disponiveis no dia marcado, facto que nos custou a estadia no local por mais um dia, de modo a entrevistar todas  as fontes  previamente arroladas. 

Um outro facto não menos curioso no distrito de Namaacha foi quando entrevistamos uma rapariga de 19 anos de nome Helena, mãe de 2 filhos, viuva e que  segundo ela tinha se casado com um homem de 43 anos e não sabia que este já estava infectado por HIV e sem fazer tratamento.

Helena, com os dois filhos menores que carrega percorre mais de 30 km a pé para chegar ao posto de saùde local onde faz o tratamento anti retroviral já a dois anos.   Curiosamente questionei-a o porque de se ter casado com um homem mais velho e ela respondeu-me que  o seu casamento foi algo organizado pelos pais e que para tal o seu falecido marido, que era mineiro na Africa do Sul, pagou a familia dela 4 cabeças de gado como arrambamento, acreditem fiquei chocado.

 Mas tal pratica, já tinha ouvido falar que acontece em algumas regiões do país so que não me passou pela cabeça que tal facto fosse acontecer tão pròximo da  da capital onde mora a modernidade de moçambique.

Ainda no distrito de Namaacha, um episodio não menos importante foi quando fomos complicados  e quase expulsos na sede distrital da Saùde onde iamos saber da Directora local de Saùde do quadro evolutivo do TARV e do PTV.

Apois mais de uma hora de complicação pela secretària da directora e seus pessoal fomos dito que a directora não estava  e que tinha  ido a uma reunião em Maputo e so voltava no fim do dia porem podiamos poderiamos remarcar o encontro com ela para uma data a anuciar. Bom para mim pareceu uma explicaçao tipica do campo onde não há coordenação entre o governante e seu servodores porque a nossa entrevista já estava marcada há dias.

Entretanto esta é a parte da minha experiências no terreno que gostària de partilhar com os meus leitores, prometo trazer mais històrias na pròxima ocasião em breve.

 

 



 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Governo português reconhece feitos de escritores Moçambicanos

 Condecorando Paulina Chiziane e Ungulani ba ka khosa

 Governo português reconhece feitos de escritores Moçambicanos

O governo português reconheceu semana finda numa cerimónia de estado na capital Moçambicana Maputo através de galar doação os feitos dos escritores Paulina Chiziane e Ungulani Ba Ka Khosa condecorando-os com o grau Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
 Elísio Muchanga e Adelina Pinto

Em mensagem sobre esta condecoração, o Presidente português, Aníbal Cavaco Silva, disse que a distinção, sob a forma de condecorações, do serviço prestado no exercício de cargos públicos, do mérito artístico, científico ou empresarial, “é uma tradição que devemos cultivar, pelo prestígio que as Ordens Honoríficas possuem para os agraciados e, acima de tudo, pela circunstância de permitirem destacar personalidades e instituições verdadeiramente notáveis, que devem servir de modelo à nossa sociedade”.

O governo português considera a atribuição destas condecorações como um sinal “inequívoco” do apreço e do reconhecimento do Estado português pelos dois escritores e intelectuais moçambicanos, que se destacam pelo seu “grande contributo” para o enriquecimento das letras moçambicanas e para a divulgação de Moçambique e das suas culturas a nível internacional.

Falando terça-feira em conferência de imprensa, em Maputo, Paulina Chiziane e Ungulani Ba Ka Khosa mostraram-se 'surpreendidos' com a atribuição do grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

“Este reconhecimento é muito alto, então quando o senhor embaixador (de Portugal em Moçambique, José Augusto Duarte) chamou-me para fazer a comunicação, fiquei meio-zonza: ainda não estou habituada a receber coisas boas. Foi uma grande e agradável surpresa', disse Paulina Chiziane, citada pelo jornal “Notícias”.

Uma das escritoras moçambicanas mais conceituada, Paulina Chiziana é autora de obras como “Ventos do Apocalipse”, “Sétimo Juramento”, “Baladas do Amor ao Vento”, 'Niketche', 'O Alegre Canto da Perdiz', 'Na mão de Deus' e mais recentemente “Por Quem Vibram os Tambores do Além?”.

'Recebo de braços abertos esta homenagem de Portugal, que ontem foi inimigo, mas hoje caminha junto com Moçambique. Com muita emoção, dedico esta homenagem à paz (em Moçambique)', disse Chiziane.

Ungulani Ba Ka Khosa também disse ter ficado 'meio atordoado' com a distinção, que 'estende a todos os outros escritores'.

'Nunca pensei que deste canto de Moçambique, não sendo um escritor dos grandes meios comerciais, pudesse receber esta distinção', enfatizou Khosa, autor de conceituadas obras como 'Ualalapi' e 'Orgia dos Loucos'. Ungulani Ba Ka Khosa é também autor de 'Histórias de Amor e Espanto', 'Choriro' e mais recentemente “Entre as memórias Silenciadas”.

De acordo com a agência Lusa, esta foi a primeira distinção com a ordem honorífica do Infante D. Henrique recebida por escritores moçambicanos, menção apenas atribuída aos antigos presidentes moçambicanos Samora Moisés Machel e Joaquim Chissano, no grau de Grande Colar, respectivamente, em 1982 e 1993.

Os primeiros escritores condecorados com esse grau aproveitaram a ocasião para 'apelar para o diálogo' entre o Governo e a Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, de modo a ultrapassar a actual tensão político-militar que se vive no país.

Ungulani Ba Ka Khosa dedicou a distinção à paz. 'É à paz que dedico este prémio”, frisou.


Cobradores de impostos condenados a nove anos de prisão

 Por práticas ilícitas e fraudulentas  

Cobradores de impostos condenados a nove anos de prisão

 Dois funcionários da Autoridade Tributária da delegação de Gaza, foram condenados recentemente a nove anos de cadeia efectiva pelo desvio de mais de 1,2 milhões de meticais valor proveniente da cobrança de diversos impostos através de falsificação de guias de pagamento. Outros dois funcionários do serviço nacional de Migração estão detidos por cobrarem novecentos meticais e duzentos e cinquenta rands a um cidadão nacional que vinha da África do sul por ter se encontrar alegadamente em situação ilegal.  

Elísio Muchanga
Segundo veiculado pelo porta-voz do Gabinete Central de Combate à Corrupção Bernaldo Duce, o crime de corrupção praticado por estes funcionários da Autoridade tributaria entidade encarregue em cobrar impostos teve como base a de falsificação de guias de pagamento no período compreendido entre Outubro de 2012 e Março de 2013.
 Duce explica o esquema fraudulento usado pelos agentes detidos … “o que ele faziam basincamente era depois de cobrarem a um determinado contribuinte um certo  motante e logo que o contribuente  se retira-se da instituiçao ele ficavam a falsificar as guias de pagamento preenchendo novas guias com outros montantes e ficavam com o remanescente”.

Entretanto, o porta voz do GCCC  avançou ainda que a existencia de outro processo  acusado na provincia de manica contra um professor do Instituto egràrio de Manica que cobrou  a tres alunos  9500 Mtn (nove mil quenhentos meticais), como condição para engressar naquela  instituição de ensino.

O Gabinete Central de Combate a Corrupção tem também em mãos um processo acusado contra dois funcionários de um governo distrital na província de Maputo, em que os dois acusados, aproveitando o facto de serem funcionários da administração e estarem encarregues em participar na avaliação e aprovação dos projectos remetidos no âmbito de financiamento dos vulgos sete milhões de meticais, envolveram-se em actos ilícitos.

 Os dois funcionários explicam Duce, submeteram de forma fraudulenta os seus projectos em nomes de alguns dos seus familiares e na administração usaram artimanhas para assegurar aprovação dos seus projectos que depois foram financiados num montante de 830 mil meticais e em seguida repartiram o valor entre si.
  
 Ainda no período de Janeiro, o Gabinete central de Combate a Corrupção, deteve dois funcionários do Serviço Nacional de Migração e um cidadão nacional que vinha da África do Sul.

 A detenção destes indivíduos, avança Duce, foi motivada pelo factos dos funcionários da Migração terem cobrado novecentos meticais e duzentos e cinquenta rands, alegadamente porque o cidadão em causa não estava em condições e tinha problemas no seu passaporte porem, como condição para permitir a sua entrada no país deveria pagar o montante em alusão.   





A day ondry landthat criesfor rain By ElísioMuchanga

A day ondry landthat criesfor rain
By ElísioMuchanga

Every day we hear stories about war going on almost everywhere, people killing people, for no apparent reason, but not every day we hear and care about people thirst to death, struggling to survive a terrible drought.
It is what happensin a sub-Saharan country called Namibia with 2 millions of habitants, which I got to know as a journalist in journalism Summer School 2013 I was fortunate to be selected to take apart by OSISA.
After one intensive week of training in journalism we decided to take a day on dry land that cries for rain, to get to know real Namibia.
It was on Saturday morning whenwe left forOkahandja a municipality area about 40 km away from Windhoek west, where we stayed, it’s a hot day very hot,and water and food were packed in the bus.
We drove to our destination, on the way, was possible to see the  effect of climate change .it was one of the themes of our 15 days  course  at the journalism Summer School. As long as we drove we could only see dry land, all dry, all around, no green, no pocket of stagnated water, no pond, nothing.
 When we were taken at the airport the day we arrived in Windhoek, Mrs. Emily Brown a co coordinator of program told us that the country is facing one of the worst droughts of the 30 years. Well, nothing funny on the scene, I wonder, less than an hour from the capital we have this sad scenario, what about the rural areas, are there people dying from this catastrophe? The answer was yes people are dying for the droughts.
 BerthaAmakali,explained us on a lecture about climate change, the impact of global warming for the development of the country.She is of the opinion that climate change should be an election issue, in fact from the scenario I have seen Amakali was quite right the governments of all around the world should do something seriously about this.
Still on our way to Okahandja, was possible to see in the middle of the roads some animals who are still surviving the terrible impact of the drought crossing from one side to another in a dry and hot environment where nothing can be seen for them to live with. 
Its about 40 degrees we have already drove 30 km, another scenario called for my attention, I look from the window of the bus, I could see far away a ramshackle houses, tin houses, in a typically dry environment, no shadow, no electricity, no road in could be seen, a very isolated community, I asked one of the native in the bus,she told me that the place is called five Rands, yes five rands!, like south African currency.
An hour later, the bus turn left, we could see from the placard written in capital letter saying OKAHANDJA, and Mrs Emily announced our destination,and in a brief, she told us what we were there to do, well stories, we already knew but we needed some instructions, the place was unfamiliar to many of us, though same Namibians colleagues already knew the place.
 We got off the bus, and spread out to collect as much as possible information we could, to write stories, well I did the one you are reading now. Okahandja, a very dry place,althoughthere are some green trees, but I can’t say how long they will still shinning their greenness as less than 100 meters is quite visible the impact of the droughts, eating up all  form of life around, even people of Okahandja can’t get rid of this catastrophic curse. 
Having  all spread out to collect information for stories, my first source is a woman sitting in a hot tent made by canvas andselling sculptures,I got close to her, she looked at me strangely, I got embarrassed, than she smiled, it was when I got confident that she was the one I wanted to talk to, I greeted her and Introduce myself, I told her I was a Mozambican journalist, it was when she started speaking some Portuguese them she told me her father is Angolan of Kuandukubango, and she was born there but moved to Namibia to join with are family mother in herearly 14 years old due to the war in Angola , through this I got much confident that we would have a got conversation.
I started asking her name she told me she is NangulaPaulos, 33 years old and a mother of 4 boys which she is the only bread winner for them. without giving me details about her private lifeI go slowly down the conversation I got to know from her about the business, as she is one of the fewest women in that business dominated by male  she told me the hardship she faces to sell a single piece of wooden made ornament.
“As woman in this business you have to be strong, sometimes forget you are woman give all your best to survive otherwise you are not fit for this business,”she said.
Nangula a woman struggling for survival and to bring up her 4 children, told me that, sometimes she makes 400 Namibian dollars a day, and in other days she sellsnothing, because in most cases shedepends on tourist, no tourist, no business and no food on the table, because she can no longer go to her small land swept by the droughts nether depend on are 4 cattle eaten up by the drought.
She is a woman breaking down all the gender barriers set by the society, and do a males job to bring up her children in a very thirst land that faces one of the terrible droughts but with a river of hope inside.
I leave Nangulanow; I move head and come across a blind man in his small shop selling air time, starter packs and cigarettes, I greeted him, he responded, so I introduced myself as I use to do every time I meet new people, we started talking, but before he told me his name, NbundoPedrosMassinga is how he is called, 42 years old and father of 8 kids, wow what a urge number, I said that to myself.
Actually with him I didn’t take much time, he told me about how his 10 cows were taken one by one by the droughts leaving him no choice but selling airtime and cigarette to raise his family of 8, who can all study through the business Nbundo is running beside the street.
  Atypically scenario of poverty worsen by blindness, droughts, 8 children on the shoulder to be fed trough a poor and risky business undertaken by Nbundo, who instead depends on a small pension 60 hundreds provided by the government for blind people.
Well I wanted to carry on talking to him but a someone from a distance called me, it was one of my Summer School colleagues I had to interrupt the conversation with Nbundo, and went there. It was Mrs Browns calling everybody for a short brief with Mr ISSI KarikoaOkahandja municipality worker who was to tell us all about the village.
I was taken by enthusiasm and curiosity to know more about Okahandja, then we started with the briefing, first question thrown by Mrs. Brown about the current state of the caving business in Okahandja and MrKariko confidently answers it was all ok, but comparing to other years things have not improved quit satisfactorily.
Kariko,carried on telling us about the challenges the village face in almost all fields, starting with shortage of health center, doctors and land to practice agriculture.
 In spite of his apparent confidence about what he was saying Kariko showed not to be sure about the answers he was giving, a half a dozen of questions he answered yes or no, maybe he was not used to be exposed to journalist we have dealt with this kind of source sometime.
The briefing is over, then we moved to the monument where Namibians laid to rest their independence struggle heroes such asHosea Kutako.
Former chief executive officer for Municipality of Okahandja, Regina aljuiwas the one who talked  about the history of okahandja  telling  us that Hosea KomombumbiKutako, his full name,was Herero Chief  born 1870 at Okahurimehi near Kalkfeld, and  died 18 July 1970 in the Aminuis Reserve.he was an early Namibian nationalist leader and member of the South West African People's Organization.
according to Aljui, Kutako,alongside Rev. Michael Scott led petitions to the United Nations which eventually led to the recognition of Namibia's status as a sovereign country under colonial control by South Africa.
“In 1920, Hosea Kutako was officially appointed as leader of the Herero by FrederikMaharero. Frederik had been empowered to transfer power by his father, Herero chief Samuel Maharero, who had been exiled after the Herero War and was since banned from entering the country by the South African Mandatory Administration.” She explained.
 Hosea Kutako, took over his role as a commitment to preserve the memory of the glorious times of the Herero before and during the German colonization as well as of the atrocities in the battle of Waterberg. He is the national hero of the dry grounds crying for the rain.
Around 3 in the afternoon, the driver of our bus switched on the engine and my brief visit to a dry land that is seriously crying for rain ended.
END



                                     

Semaferos da Matola escancarrados a olho do Municipio

Semaferos da Matola escancarrados a olho do Municipio

… e clamam por intervenção de quem é de direito
Os semaferos do Município da Matola cidade que comemora amanhã 42˚ aniversàrio a elevação a categoria de cidade  clamam pela intervenção do município já a senssivelmente mais de  seis meses. Os semaferos das principais vias  de acesso de entrada bem como saída do Municipio da Matola a semelhança de algumas artérias, estão degradados e fora de funcionamento, perante o olhar impávido das autoridades Municpais. Os bairros de Patrice, Zona verde, Estàdio da Machava, Avenida das indústrias, Cocacola e Fomento são as zonas cujos semaferos apresentam-se  fora do estado normal de funcionamento já abastante tempo, o que causa congestionamentos costantes nas vias.
 Elísio Muchanga
Fora a problemática de degradação das vias de acesso no município da Matola, a  sinalização do trànsito no Municipio vai de Mal a pior, pois quase todas as vias de acesso que beneficiaram  da colocação de semaferos no ano antepassado e passado estão hoje sem nenhuma sinalização de transito vulgo semafero.
 Mesmo  com a comemoração dos 42º  aniversario da elevação da  Matola a categoria da  cidade, o triste cenário de degradação dos semaferos não comove a edildade que se digne a repor a bela imagem que as vias de acesso do Municipio exibiam ate os meados do ano passado.
  A deficiente sinalização da via pública por semaferos, no Municipio da Matola já tem barbas brancas, já a mais de seis meses que as  principais vias  do município tem apresentado problemas serios de sinalização por semaféros perante o olhar impávido das autoridades municipais.
 O cenário desolador, que caracteriza a degradação dos postes de sinalização eletrica pode se  verificar no cruzamento entre avenida das Industrias e….  o troço  vulgarmente conhecido por bananeiras onde os semaferos foram colocados e apenas, funcionaram pouco mais de  meses tendo porem começado por apresentar  avarias constantes, facto que obrigava a existência de longas filas de carros nas primeiras horas da manhã situação que vezes sem conta deixa os  automobilistas com os nervos a cor da pele.
 Alias, neste troço  para alem do  problema da sinalização, os automobilistas ainda tem que lidar com a  péssima qualidade de via caracterizada na sua maioria por enormes crateiras que também tornam a vida dos automobilistas num verdadeiro martírio sempre que se fazem passar por aquuele troço.
Neste cruzamento, os semaferos apresentam-se num  estado degradado, basta referenciar que neste ponto os postes metalicos dos semaferos encontram-se destruidos e estatelados no chão a mais de  cinco meses sem no entanto merecer qualquer intervenção do Municipio.
Jà no cruzamento da Coca cola o cenàrio é bastante desolador nenhum sinal de existência de semafero se pode notar naquele local, pois todos postes metálicos estão derrubados a mais de 3 meses.
  A rreportagem do Magazine Independente interpelou alguns Automobilistas para deles saber da sua senssibilidade quanto a situação,  Armando Cossa  Automobilista, disse a nossa reportagem estar desgastado com a edilidade pela  falta de Manutenção de semaferos bem como das vias de acesso .
 Cossa referiu que, a falta de manutenção de semaferos nas principais vias do Municipio contribui grandemente para criação de congestionamento sempre as horas de ponta bem como em qualquer hora.
“ é muito vergonhoso o que se vê neste Municipio parece que não tem gestores em toda Matola os semaferos não funcionem, venho da Zona-verde hà muito engarafamento por causa de semaferos no estádio tambem  o semafero funciona com muitas dificultades e em outro lugares que já passai é pior, o municipio tem que resolver isto com urgência porque nos automobilistas é que sofremos no final das contas, sofremos com os burracos nas estradas e agora são semaferos” salientou a fonte.
 Jorge Nhate, frisou que, este problema é da epoca de Nhancale ele é que criou isto lembro muito bem que estes semaferos já começaram com problemas no mesmo  no ano em  que foram colocados , não sabemos onde foram comprados  se e  que foram comprados, mas a verdade e que isto deixa a desejar, com a colocaçao disto a um ano atras pessavamos que fosse melhorar a trasitabilidade nas estradas da Matola mas nos enganamos ou fomos enganados a situaçao piorou e com o aumento o parque Automovel no municipio os semaferos poderia ate ajudar mas nada disso  porque nao ha manutençao isto e coisa da Frelimo já sabemos.
 Apar da problemàtica dos semaferos que mina a circulação de viaturas no Municipio da Matola que amanha comemora o 42 aniversàrio a elevaçao a cidade esta a problematica das estradas que mostram-se  quese na sua totalidade esburacadas condicionando a circulação de viaturas e bens.
 Um exemplo ilustrativo ilucidador esta na aveninda das Industrias na antiga estrada asfaltada onde há enormes crateiras que bem em frente a antiga fabrica de processamento da castanha de caju vulgo Cajuca.
 Falando aos magazine Alberto  Mazive transportador dos vulgo chapa 100, disse a   reportagem do Magazine que  transitabilidade na via esta cautica principalmente para os transportadores que são obrigados diariamente a percorrer o troço correrndo dai todo tipo de riscos desde a danificaçao da suspensao ate outros problemas mecanoscoa graves.
“isto não jà é demais o municipio deveria procurar resolver este problema o mais urgente possivel porque olha, nos os chapeiros é que sofremos, temos uma receita a cumprir no patrão, mas com estes burracos passamos mal não conseguimos fechar a receita e só contamos prejuizos” disse.
 Um outro Automobilista que não quer se identificar disse que  o municipio deveria procurar alargar e asfaltar denovo toda a avenida das industrias desde Malhapsenhe ate  as bananeiras, e colocar limites na circulação de camiões que cocorrem para a danificação da estrada de modo a permitir melhior circulação de viaturas.  “os camionistas  deveriam ser proibidos de circular aqui porque estes tambem estragam a estrada fogem a bascúla e vem criar engarafamento  e burracos aqui”.
Entretanto o Magazine tentou sem sucesso falar com o vereador das infraestruturas do municipio da matola de modo a se pronuciar sobre o assuinto facto que não foi possivel dado que sempre quie a nossa resportagem se deslocou a sua vereaçao este não encontrava-se presente.


 


Simango reitera promesa de colocar metro em Maputo

Durante a sua  tomada de posse
Simango reitera promesa de colocar metro em Maputo
 O edil da cidade de Maputo  David Simango reiterou semana finda durante a cerimonia de tomada de posse a melhoria de sistema de transporte na Cidade de Maputo atravês da colocação do metro, e machibombos em quantidade e qualidade. Simango garantiu ainda na cerimonia de tomada de posse prestar  maior  atenção a espaços pùblicos e sua utilização bem como expandir  a rede de distribuição de àgua potavel na zona norte de Maputo.
 Elísio Muchanga
David Simago reiterou cumprir as promessas proferidas durante a campanha eleitorar, de  continuar a prestar particular atenção para a questao da mobilidade e acessibilidade  e para melhoria do sistema de transporte pùblico atravês da implementação do plano director dos transportes.
Simango que foi empossado para o seu segundo mandato na direcção dos destinos da Cidade capital do País, reiterou aos municipes a colocação de metro na cidade de Maputo como forma de melhorar o sistema de transporte que tem efermado a vida dos Municipes.
 “Quero recordar que durante a campanha prometi que teremos metro na cidade de Maputo, hoje aqui na tomada deposse garanto que teremos metro na cidade de Maputo; quero recordar que durante a campanha disse que teremos mais machibombos  e de boa qualidade e hoje reitero que  vamos ter machibombos em quantidade e qualidade” reiterou Simango as suas promessas aos Municipes presentes na praça da Independencia.
 Vamos prosseguir com acções  tendentes a metigação da pobreza  a valorização da auto estima e do espirito de empreendedorismo apoiando e incentivando  a constituição de pequenas e medias empresas, bem como finaciando projectos de geração de renda e de emprego.
Simango disse durante a sua investidura estar ciente que é urgente, encontrar  concesso entre todos utilizadores do espaço pùblico para melhorar  e disciplinar o sector informal que representa  60 porcento de emprego na cidade de forma a garantir que este sector contribua com a sua actividade para o desevolvimento  da nossa economia.
 A este repeito basta frisar a baixa da cidade e os passeios de quase toda cidade que se transformaram  num verdadeiro mercado infomal  formalizado pela administração municipal atraves da cobrança diaria de senhas aos vendedores.
 A requalificação dos mercados e dos bairros periféricos  para eliminação das assimetrias  e formalização das habitações construidas em zonas  de acentamento informal na cidade de Maputo também foramaspectos reiterados pelo edil a ter em conta neste que e o seu segundo mandato nas redeas do Cidade de Maputo.
 Vamos tambem implemetar o plano director  de saneamento e drenagem de forma a resolver a questão de alagamento de alguns dos nosso bairros.
 Queremos que a nossa governação se caracterize por uma relação estreita  e de colaboração com os municpes alicerçada na interação constante e permanente em prol da construção de bem estar de todos Municipes e para o efeito prometemos agir com responsabilidade abertura e transparência.
 A cerimonia de tomada de posse do edil de Maputo,  contou com a presença de eminetes figuras da proa politica e social com maior destaque para o edil da cidade de Mbabane na Swazilandia, presidente da comissao executiva de luanda, bem como do presidente da presidencia para assuntos sociais …  feliciano Gundane  em representação do governo.
Deve satisfazer os  anseios dos munipes e materializar todo  manifesto eleitoral
 Por seu turno,o presidente da presidencia para assuntos sociais, Feliciano Gundane, em representação do governo disse que é responsabilidade da assembleia municipal cumprir  com a materialização do manifesto eleitoral, porque foi com base neste instrumento que os municipes  votaram na assembelia e no presidente do Mùnicipio.
Para assegurar a confiança dos municipes, Gundana recomendou ao presidente do Municipio, bem como a Assembleia Municipal a prática de auscultação constante para que se galvanize a interação entre os mùnicipes e os orgãos municipais.
Resultados eleitorais, são resultado de uma cabala  e mafia eleitoral
O candidato concorrente de David Simango as eleições Autarquicas  2013 e chefe da Bancada de MDM a nivel da assembleia municipal, Venacio Mondlane  disse  momentos apois a tomada de posse do seu concorrente a corrida eleitoral considerar os resultados eleitorais como uma cabala , uma triplice aliança entre o STAE, CNE e o conselho constitucional que são resultados deum mafia eleitoral  que produziram os resultados.
 Mondlane presente na cerimonia de  tomada de posse do edil de Maputo Davide Simango frisou que estamos perante um governo ilegitimo, um governo resultado de uma confeição eleitoralista mafiosa.
O chefe da bancada de MDM para assembelia Municipal de Maputo, disse que  a sua bancada do MDM esta disposta a se bater  de igual para igual com a sua  contraparte da frelimo.
 “ estamos disposto a fazer da assembleia municipal um laboratòrio de ideias, não vamos ser uma assembleia municipal da oposição no sentido classico de termo de negar tudo proposto por conselho Municipal  mas pura e simplesmente acrescentar e  sempre ter uma proposta concreta para cada caso  que queremos debater”
 Mondlane prometeu fazer com que a assembleia municipalinteraja com as pessoas que seja mais actuante sobretudo mais proactiva e não sempre dependente de uma agenda predefinida pelo conselho Munnicipal e pela mesa da assembleia. Queremos nos antecipar nos grandes debates da cidade de Maputo e levar a assembleia munipal para os bairros para os quarteirões.